NCCO se configura como marco da gestão Estácio Gama, diz Diógenes Tenório
Presidente do TJ, desembargador Estácio Gama, é agraciado com a Comenda Deputada Selma Bandeira
“A criação do Núcleo de Combate ao Crime Organizado em Alagoas (NCCO) se configura como um marco indelével na história do Judiciário e da sociedade alagoana”. Assim o juiz Diógenes Tenório de Albuquerque se reportou ao presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador Estácio Luiz Gama de Lima, hoje (14), durante a solenidade de entrega da Comenda Selma Bandeira, pela Câmara de Vereadores de Maceió.
O presidente do TJ/AL, os seis juízes integrantes do NCCO – Diógenes Tenório, Geraldo Cavalcante Amorim, Sóstenes Alex Costa de Andrade, Rodolfo Osório Gatto Hermann, Maurício César Brêda Filho e José Braga Neto –, e os promotores Karla Padilha e Luiz Vasconcelos receberam a Comenda Deputada Selma Bandeira, conferida a todos aqueles que se destacaram na luta pelo fim da violência e na defesa dos direitos humanos.
Em seu discurso, Estácio Gama disse que a questão da segurança pública sempre esteve pautada em sua administração. Ao falar do NCCO, pensou em sua criação porque viu nele o meio de engrandecer o clima de paz que o Estado necessita. “A nossa preocupação era abrandar a insatisfação da sociedade alagoana, quase descrente de tudo, desestimulada, sem condições de uma vida digna, em face da perturbação nas relações sociais, no mais amplo sentido”, declarou.
O presidente do TJ ressaltou a integração existente entre o Judiciário estadual, a Secretaria de Defesa Social, o Ministério Público e as Polícias Civil, Militar e Federal, no combate “destemido ao crime organizado”. Afirmou que o recebimento da comenda representa a demonstração da fibra de cada um dos que compõem o Núcleo. “Dividimos essa honraria com cada integrante do Núcleo de Combate ao Crime Organizado, pela demonstração eloqüente da capacidade da luta que travam em defesa dos nossos valores e pelas conquistas em favor da paz interna”, salientou.
Finalizando, o desembargador-presidente disse estar contagiado pelo sentimento de felicidade, sobretudo, pelo fato de que o título da homenagem se refere à deputada Selma Bandeira, segundo ele, um símbolo de liberdade e de lutas em prol da cidadania.
O discurso emocionado do porta-voz do NCCO, Diógenes Tenório, lembrou a situação vivenciada pelo Estado e pelo País no tocante à violência. Citou crimes como extorsões mediante seqüestros, roubos de cargas e carros e assaltos à mão armada como marcas sinistras de impunidade. “Por trás de todos esses crimes, sem dúvida, há um bando aparentemente protegido que pensa que seus crimes ficarão impunes. Não admitimos vacilação no cumprimento do dever. Nossos adversários são aqueles que querem contornar a lei. Mas eles sabem que encontrarão em todos nós um abarreira firme, sem qualquer temor aos pressionamentos”, concluiu.













