PCJE promove palestra sobre bullying para cerca de 250 adolescentes na Esmal
Ação contemplou alunos da Escola Estadual Edmilson Pontes, e meninas da Comunidade Acolhedora Paz em Cristo
Zirleide Moura, psicopedagoga, proferiu palestra na Esmal. Foto: Caio Loureiro.
Como forma de prevenir e combater o bullying nas escolas, o Programa Cidadania e Justiça na Escola (PCJE), da Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal), promoveu uma palestra sobre o tema, na manhã desta terça-feira (11), para cerca de 270 adolescentes.
O público da palestra, que foi realizada no Auditório da Esmal, foi majoritariamente composto pelos alunos do 7º ao 9º ano da Escola Estadual Edmilson Pontes, no bairro do Farol. Além disso, cerca de 20 meninas da Comunidade Acolhedora Paz em Cristo, que trata de adolescentes com dependência química, também participaram da ação.
“Estamos trabalhando com a questão da prevenção, e fazendo referência ao dia 7 de abril, que é o Dia Nacional de Combate ao Bullying. Precisamos mostrar para esses adolescentes o quão grave pode ser aquela brincadeira de mau gosto com o colega, que pode se tornar até uma violência psicológica”, explicou a palestrante Zirleide Moura, psicopedagoga.
Uma das alunas da escola, Ane Vitória, de 12 anos, disse que sofreu bullying. “Toda vez que chegava no colégio sofria com isso, mas eu terminei não ligando mais. E às vezes contava para a professora e ela resolvia, outras vezes preferia não falar nada”.
Segundo o professor José Cícero Wanderley, é importante conhecer seus alunos. “O olhar do professor é importantíssimo, pois algumas atitudes diferentes do adolescente podem ser sinais de depressão, e é uma coisa que está muito ligada ao bullying. É importantíssimo divulgar esse assunto para que eles possam se conscientizar acerca do respeito com o próprio colega”.
Luzia Rodrigues, psicopedagoga e servidora do PCJE, explica que as ações do Programa, esse ano, estão dentro da temática “Mediações de Conflitos e Promoção da Paz”.
“Estamos tentando levar esses conhecimentos de cidadania para que os adolescentes entendam os seus direitos como cidadão, e até onde eles podem ir para tentar amenizar esse tipo de violência que está havendo dentro das escolas”, afirmou a servidora.
Karina Dantas - Dicom TJ/AL
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