Organização do evento pretende apreciar cerca de 1500 processos durante a semana
Com o objetivo de agilizar os processos judiciais e promover a conciliação das partes envolvidas, teve início, na manhã dessa segunda-feira (01), a Semana Nacional da Conciliação, no prédio da Turma Recursal, anexo ao Fórum da Capital, no Barro Duro. A ação é promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
Esse ano, o movimento contou com a descentralização das atividades. As audiências das Varas de Família, que já são apreciados pela Central de Conciliação da Capital, órgão específico para conciliação prévia nessa área, estão acontecendo no prédio da Turma Recursal. Enquanto que os processos dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais (JECCs) serão atendidos no Centro Educacional de Pesquisa Aplicada (CEPA) na próxima sexta-feira, último dia do evento.
A juíza Maria Lúcia de Fátima Barbosa Pirauá, coordenadora da Central de Conciliação, estima que mais de 500 processos da área de Família sejam conciliados e concluídos apenas na próxima sexta-feira, último dia do evento. “Essa semana é importante para o processo de pacificação entre as partes envolvidas e agilização dos processos, que já atendemos na Central de Conciliação. A ação tem conscientizado muitas pessoas a resolver de maneira amigável o que poderia ser mais burocrático e constrangedor”, afirmou.
A maior parte das audiências está acontecendo no prédio da Turma Recursal, até a próxima sexta, das 8h às 13h30, se estendendo até às 17h no último dia, abrangendo os processos cíveis de menor complexidade, como divórcios, separações, reconhecimento de paternidade e pensões alimentícias.
Mutirão da Conciliação
A próxima sexta-feira (05), foi escolhida pelo CNJ como Dia Nacional da Conciliação, onde será realizado o maior número de audiências possíveis. A meta do evento, este ano, é aumentar o percentual de 61% de conciliação no evento de 2007. “Para isso reuniremos cerca de vinte magistrados e centenas de voluntários que atuarão como conciliadores, visando apreciar o maior número de processos possíveis. Com a conciliação, ganha o Judiciário, que tem o número de processo em tramitação bastante reduzido e ganham as partes, que solucionam em um dia um conflito que poderia se estender por meses”, destaca Fátima Pirauá.













