CNJ apresenta diagnóstico ao TJ/AL visando melhoria de resultados
Foram disponibilizados documentos com dados e boas práticas identificadas em tribunais de pequeno porte
Presidente Otávio Praxedes, juízes auxiliares e cúpula diretiva do Tribunal durante videoconferência com o CNJ. Foto: Caio Loureiro.
Para tratar sobre os resultados do Projeto de Diagnóstico para Eficiência no Poder Judiciário, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, Otávio Leão Praxedes, e a cúpula diretiva do TJ, realizou videoconferência com o conselheiro Norberto Campelo e servidores do CNJ. Os Tribunais de Rio Grande do Norte, Amazonas e Piauí também participaram.
O conselheiro começou a visitar tribunais de pequeno porte em 2015, com o objetivo de ouvir servidores e magistrados, identificar situações problemáticas e apontar soluções, visando a melhoria dos indicadores de desempenho estabelecidos pelo relatório Justiça em Números, do CNJ.
Na reunião desta quarta-feira (21), O CNJ apresentou o resumo das medidas executadas em cada Tribunal e citou boas práticas realizadas nas instituições, elogiando inclusive o empenho do Tribunal de Justiça de Alagoas. Também foram dados esclarecimentos sobre a próxima edição do Justiça em Números.
Os documentos com os dados coletados, estudos realizados e boas práticas identificadas foram disponibilizados aos tribunais ao final da reunião.
O desembargador Otávio Praxedes ressaltou o respeito que tem pelo CNJ e o conselheiro, e destacou as ações do TJ/AL para melhorar cada vez mais os resultados. “Estou fazendo tudo para honrar o Tribunal. Hoje temos 90% dos processos digitalizados em Alagoas. Implantamos pioneiramente a videoconferência para audiências judiciais. Apesar das dificuldades, pois trabalhamos com o menor orçamento do país e temos carência de juízes e servidores, avançamos muito aqui”, informou Praxedes, reconhecendo a contribuição das gestões anteriores.
Norberto Campelo frisou que idealizou o projeto visando dar uma atenção maior aos tribunais envolvidos. “Após concluirmos todas as visitas, a gente verificou que há uma verdadeira revolução silenciosa no Judiciário brasileiro. Praticamente todos os tribunais estão avançando nas suas gestões. Acho que nós temos que ter um padrão único de excelência na Justiça brasileira e o CNJ está fazendo isso, de várias formas”, disse o conselheiro.
Isaac Neves - Dicom TJ/AL
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