Juiz Alberto Jorge Correia participa de encontro nacional de Escolas da Magistratura
Coordenador geral de cursos da Esmal destacou integração das escolas para uma melhor formação dos membros do Judiciário
Carta de Palmas indica que metodologias ativas devem nortear o ensino acadêmico e profissional nas escolas judiciais. Foto: Ascom/Esmat
O juiz Alberto Jorge Correia Barros Lima, coordenador geral de cursos da Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal), participou do XLVII Encontro do Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem). O evento foi realizado nos dias 5 e 6 de abril, em Palmas, no Tocantins. Com o tema “Especialização profissional ‘sem distância’ – em busca do aperfeiçoamento da jurisdição e da efetivação dos direitos humanos”, o encontro reuniu representantes de escolas judiciais de todo o país a fim de integrar as instituições e buscar soluções para os novos desafios na formação dos membros do Judiciário.
Para Alberto Jorge, o encontro se dá em um momento determinante para a Esmal, quando ela se prepara para oferecer cursos de pós-graduação e também para aumentar a sua contribuição com escolas de Direito na formação dos futuros profissionais.
“Embora tenhamos diferenças regionais, as escolas do Brasil guardam muitas similitudes. Uma das nossas dificuldades é obter aprovação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para que possamos oferecer cursos de mestrado profissionalizante ou Stricto Sensu. Apesar disso, a Esmal está em processo de credenciamento pelo Conselho Estadual da Educação de Alagoas e estamos empenhados em oferecer um mestrado profissionalizante para juízes e servidores do Judiciário, bem como para outros membros da comunidade”, destacou.
Durante o evento, o presidente do Colégio e diretor da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), desembargador Marco Villas Boas, ressaltou que o serviço público é essencial para o exercício da cidadania; para tanto, há necessidade de juízes e servidores bem preparados.
“Temos que nos atualizar, debater as melhores técnicas, os melhores métodos para que o ensino nas escolas seja profissional, de qualidade, que os servidores e juízes tenham prática profissional do serviço que irão realizar”, destacou o desembargador, avaliando o evento. “Foi muito proveitoso. Para cá vieram os diretores de escola de todo o país e tenho certeza de que levarão boas perspectivas para que sejam instrumentos transformadores em seus tribunais, para melhorar a gestão e a jurisdição”, acrescentou.
Carta de Palmas
Ao final do encontro, foi publicada a Carta de Palmas, documento resultante da deliberação coletiva dos participantes. Ela prevê que as metodologias ativas de aprendizado devem nortear o ensino acadêmico e profissional, seja na modalidade presencial ou a distância. Consta ainda que a formação continuada Lato e Stricto Sensu nas escolas de governo e judiciais constitui dever do Estado e direito/dever fundamental dos magistrados e servidores públicos.
Confira aqui a Carta na íntegra.
Carolina Amâncio - Esmal TJ/AL,
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