Juiz Yulli Roter debate Constelação Familiar durante evento em Brasília
Magistrado foi convidado para expor as experiências positivas que têm obtido com a aplicação da técnica na 2ª Vara Cível de União dos Palmares
Magistrado registra o alto índice de conciliação obtido com o método. Foto: Caio Loureiro.
O juiz Yulli Roter Maia, titular da 2ª Vara de União de Palmares, palestra sobre as experiências com a aplicação do método de Constelação Familiar durante o Workshop Inovações na Justiça: O Direito Sistêmico como meio de Solução Pacífica de Conflitos. O evento acontece hoje (12), de 9h às 19h, no Conselho de Justiça Federal (CJF), em Brasília.
O magistrado foi convidado para expor as experiências que têm vivenciado na 2ª Vara Cível de União dos Palmares. Para ele, o workshop é importante também porque possui o apoio e participação de ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que dão suporte para o uso da ferramenta na solução de conflitos.
“Nos meses de setembro a novembro do ano passado, fizemos uma escrituração de 31 audiências que eu conduzi, somente em uma eu não consegui conciliação. Então, realmente o índice de conciliações que são feitos com esse método é muito alto. Por isso, o Conselho de Justiça Federal reuniu esses juízes, que fazem o trabalho de constelação, para que exponham o que está sendo feito pelo Brasil afora”, destacou.
O objetivo do evento é ampliar o debate sobre os métodos alternativos de soluções pacíficas de conflitos, segundo diretrizes das constelações familiares sistêmicas desenvolvidas pelo terapeuta e filósofo alemão Bert Hellinger; informar sobre sua aplicação ao sistema de Justiça; apresentar as inúmeras atividades que têm sido desenvolvidas nos Tribunais do país, para conhecimento das boas práticas, além de conhecer os mecanismos e aprofundar no método.
O workshop é voltado para magistrados, membros do Ministério Público, procuradores, defensores públicos, advogados, servidores, estudantes e demais pessoas interessadas na área.
Constelação Familiar
A técnica vem sendo utilizada há mais de 30 anos, no Brasil e em outros países. Desde 2006, vem sendo utilizado no Judiciário brasileiro como ciência jurídica, para facilitar as resoluções de conflitos em diversas áreas. Atualmente, ao menos 12 tribunais adotaram a Constelação Familiar tanto previamente às sessões de mediação e conciliação, como também na formação de magistrados.
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