#AdotarÉamor: série de reportagens sobre adoção produzida pela Diretoria de Comunicação do TJAL
Textos, vídeos, fotografias e áudios sobre adoção mostram história de muito amor, carinho e aconchego; conteúdo explica como é possível adotar legalmente uma criança em Alagoas
Talita Gusmão com as filhas Vitória e Maria Eduarda: adoção com muito amor e carinho /Foto: Itawi Albuquerque
#AdotarÉAmor.
Para reforçar a importância da adoção e mostrar exemplos de crianças e adolescentes que foram acolhidos por novas famílias em Alagoas, a Diretoria de Comunicação Social (Dicom) do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) publicou uma série de reportagens sobre o tema. Os textos, vídeos e áudios, coletados com apoio da 28ª Vara da Capital (Infância e Juventude), mostram histórias de muito amor, carinho e aconchego.
ACOLHIDA POR CASAL HOMOAFETIVO
A pequena Mirela, portadora de uma síndrome rara, é personagem de uma destas histórias e foi acolhida pelo casal Ayonã Lídia e Cristina Elias. Aliás, elas tinham uma única “exigência” quando decidiram adotar: poder acolher uma criança de quem pudessem cuidar com muito amor e que preenchesse o vazio no coração das duas.
“A gente acha que foi rápido por conta do perfil que as outras pessoas escolhem. Muita gente quer uma criança saudável, bebê, menina branca. Esse não era o perfil da gente. O perfil da gente era bem aberto. A única restrição era a idade da criança, de até seis anos”, explicou Ayonã Lídia Cabral.
ADOÇÃO TARDIA DE DUAS IRMÃS
A Dicom também mostrou a história do casal Jackson Canuto e Talita Gusmão, pais das irmãs Vitória e Maria Eduarda, de 6 e 8 anos, respectivamente. Eles deram entrada num processo junto à 28ª Vara Cível da Capital – Infância e Juventude, em abril e 2017. Em agosto daquele ano, estavam aptos à adoção.
“Eu fiz aniversário no dia 6 de janeiro e a gente soube delas no dia 12. Então, foi como um presente de aniversário mesmo. E foi um susto, né? Porque a gente estava pensando que ia demorar”, relembrou a professora Talita Gusmão. O perfil ampliado (crianças acima de 5 anos) contribuiu para agilizar o processo.
“Eu digo que foram nove meses, uma gestação, de 15 de abril a 12 de janeiro”, comentou Jackson sobre o período de processo de adoção das irmãs. Ele destacou ainda a importância que ter o perfil ampliado trouxe para o processo de adoção.
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GRUPO DE APOIO À ADOÇÃO
A engenheira geóloga Regla Massahoud e seu esposo, Luiz Carlos Massahud, contaram com auxílio dos profissionais e voluntários do Grupo de Apoio à Adoção de Alagoas da 28º Vara Cível da Capital – Infância e Juventude. – para a adaptação ao filho adotivo, Jadson, de 11 anos.
“Todas essas pessoas [envolvidas com o grupo] tem um papel fundamental para nós. Eles têm nos visitado, nos orientado. Sem a ajuda deles, talvez gente tivesse tido mais erros do que acertos”, comentou Regla Massahoud, cubana que mora há oito anos no Brasil e é professora efetiva da Universidade Federal de Alagoas desde 2012.
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À ESPERA DE DOIS FILHOS
A fisioterapeuta Ticiana Leal e o médico David Buarque estão no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) há um ano e sete meses. Eles aguardam a chegada de um ou dois filhos adotivos. À TV Tribunal, o casal, que vive em Maceió, também contou um pouco de sua história e do desejo de aumentar a família.
“Não vemos nisso nenhum um ato heroico, nenhum ato de caridade. Assim como uma mãe gera, existem mães que maternam e que vão amar seus filhos independentes de quem eles serão”, explicou Ticiana. “A necessidade do amar, cuidar, a questão do maternar, sempre foi mais forte”, completou.
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CHANCE ÀS CRIANÇAS MAIS VELHAS
A juíza Fátima Pirauá, titular da 28ª Vara Cível da Capital – Infância e Adolescência também explicou o que os pretendentes à adoção devem fazer para integrar o Cadastro Nacional de Adoção. A magistrada faz um apelo aos inscritos no CNA para dar uma chance às crianças mais velhas, “fora do padrão”.
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A série de reportagens sobre adoção foi produzida pelos núcleos de webjornalismo e de audiovisual da Diretoria de Comunicação Social (Dicom) do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) e compartilhados com veículos de comunicação, por meio de redes sociais também, entre os dias 22 e 25 de maio (Dia Nacional da Adoção).
Diretoria de Comunicação (Dicom TJAL)
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