Juízes participam de consulta pública para opinar sobre cursos da Esmal em 2019
Na ocasião, magistrados também se cadastraram para orientar estudantes do programa de Residência Jurídica da Escola
Coordenador geral de cursos da Esmal, juiz Alberto Jorge, conduziu a reunião. Foto: Carolina Amâncio
Nesta segunda-feira (10), magistrados se reuniram na sede da Escola Superior da Magistratura (Esmal) para contribuir com ideias de cursos que possam ser incluídos no calendário de atividades do próximo ano. A ocasião, os juízes também conheceram melhor o programa de Residência Jurídica da Esmal e se ofereceram para atuar como orientadores de estudantes do curso integrado de pós-graduação em Direito Processual promovido pela Escola.
A reunião foi conduzida pelo juiz Alberto Jorge Correia de Barros Lima, coordenador geral de cursos da Esmal. Para ele, a consulta pública democratiza o processo de planejamento institucional, ao mesmo tempo que oxigena as ideias sobre o futuro das capacitações.
O juiz Geneir Carvalho Filho, que atua na 2ª Vara de Palmeira dos índios, compareceu ao encontro e elogiou a iniciativa da Esmal. Segundo ele, aperfeiçoamentos sobre Processo Civil, juros e correção monetária, execução fiscal e prática do tribunal do júri são algumas das grandes demandas dos magistrados.
“Esse encontro demonstra que a escola está aberta para que os destinatários dos cursos digam o que de fato precisam para uma melhor atuação em suas rotinas forenses”, observou o magistrado, que também é vice-presidente de juízes do interior e agregação da Associação Alagoana de Magistrados (Almagis).
No dia 17 de setembro será a vez de os servidores do Judiciário participarem das consultas públicas, que acontecerão em dois horários. A primeira, às 10h, será na sede do Tribunal de Justiça e a segunda, às 15h, acontecerá no Fórum da Capital.
Apoio ao juiz
Sobre a Residência Jurídica, o coordenador Alberto Jorge explicou que ela faz com que o estudante de pós-graduação tenha contato direto com o Poder Judiciário e aprenda na prática aquilo que está conhecendo em teoria durante o curso integrado. “Para os juízes, também é essencial por se tratar de uma contribuição a mais, e extremamente qualificada, no seu trabalho diário”, disse.
Por meio do programa, os estudantes da pós-graduação integrada com preparação para concursos da magistratura estadual irão desempenhar atividades práticas na unidade, como pesquisas jurídicas relativas a processos em tramitação, elaboração de relatórios para fundamentação de atos judiciais, redação de minutas de informações, despachos e decisões, além de análise de petições e atuação como conciliadores em mutirões. O período poderá ser aproveitado por eles como tempo de prática jurídica em processos seletivos.
Carolina Amâncio - Esmal TJ/AL
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