Geral 15/01/2019 - 17:37:24
Servidores da Diati participam de workshop sobre inteligência artificial
Judiciário pretende utilizar softwares, desenvolvidos por professores e estudantes da Ufal, que ajudem a otimizar a prestação jurisdicional

Diretor José Baptista destacou os benefícios da inteligência artificial para o Judiciário. Diretor José Baptista destacou os benefícios da inteligência artificial para o Judiciário. Foto: Caio Loureiro
Tribunal de Justiça estuda implantação de inteligência artificial

Os servidores da Diretoria Adjunta de Tecnologia da Informação (Diati) do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) participaram, nesta terça-feira (15), de um workshop por videoconferência sobre inteligência artificial. O Judiciário pretende implantar softwares, desenvolvidos pelos laboratórios de Matemática e Computação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que ajudem a otimizar a prestação de serviços.

De acordo com o diretor de Tecnologia da Informação do Tribunal, José Baptista, o workshop serviu para escolher a área de atuação da inteligência artificial, que dará mais celeridade aos processos.

“O convênio vai possibilitar que os laboratórios da Ufal façam alguns algoritmos que facilitem a implantação da inteligência artificial no Poder Judiciário. O benefício será a redução de atividades de repetição humana, processos de análise repetitiva e envolvimento de atividades que demandam um grande tempo”, contou.

O diretor José Baptista explicou que o Supremo Tribunal Federal (STF), em parceria com a Universidade de Brasília, firmou um convênio similar. Segundo ele, o projeto VICTOR utiliza ferramentas parecidas com as de interesse do Judiciário alagoano.

O professor do Instituto de Matemática da Ufal, Krerley Oliveira, explicou que o workshop serviu para identificar as dificuldades do Judiciário e disse que o sistema será desenvolvido em conjunto com a equipe que irá utilizá-lo, agilizando os serviços prestados e otimizando o tempo de trabalho dos envolvidos.

“Hipoteticamente, a ferramenta pode sugerir determinadas ações ao usuário do Tribunal, à equipe técnica, desde a correção de um nome que está errado num processo até corrigir a classificação de um processo. Isso é feito utilizando um montante de dados que já existe hoje no Tribunal, que é praticamente todo digitalizado”, explicou o professor.

Thaynara Monteiro - Dicom TJAL
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