Justiça nega liberdade a acusados de torturar, estuprar e matar jovem
Durante audiência de custódia, nesta quarta-feira (13), juiz Geraldo Cavalcante Amorim converteu o flagrante em prisão preventiva
Prisão em flagrante dos acusados foi convertida em preventiva, nesta quarta (13). Arte: Dicom
O juiz Geraldo Cavalcante Amorim manteve a prisão de cinco pessoas acusadas de envolvimento na morte de Joyce da Silva Alves, ocorrida no último domingo (10), em Maceió. Durante audiência de custódia nesta quarta-feira (13), o magistrado converteu o flagrante em prisão preventiva.
"Diante dos fatos bárbaros e que, nesta audiência, foram confirmados pelos autuados, acolho a manifestação do Ministério Público e converto a prisão em flagrante de Clécio Gomes Barbosa, Elton Jhon Bento da Silva, Maria Mariá Araújo Epifânio, Jullyana Karla Soares da Costa e Lady Laura Rodrigues Paulino, devidamente qualificados, em prisão preventiva, mantendo os flagrados recolhidos no local em que se encontram".
Durante coletiva de imprensa na tarde dessa terça (12), o secretário estadual de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, informou que Joyce da Silva Alves, de 22 anos, foi torturada, estuprada e assassinada. Os acusados pertenceriam a uma facção criminosa e teriam cometido o crime por desconfiarem de que a vítima integrava facção rival.
Matéria referente ao processo nº 0703903-07.2019.8.02.0001
Diego Silveira - Dicom TJ/AL
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