Tutmés Airan reúne-se com coordenador de biometria e documentação do CNJ
Marcus Rito também conheceu sistema de cadastramento biométrico de presos desenvolvido pela Diretoria de Tecnologia do TJAL e utilizado pelo sistema carcerário local desde 2018
Presidente Tutmés Airan dialoga com Marcus Rito, coordenador de biometria do CNJ / Foto: Maikel Marques
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas, desembargador Tutmés Airan de Albuquerque, e o desembargador Celyrio Adamastor reuniram-se, nesta quarta-feira, com Marcus Rito, coordenador de atividade de biometria e documentação civil do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)/Pnud, um dia depois da apresentação do sistema de cadastramento biométrico de presos desenvolvido pelo TJAL e utilizado pelo sistema prisional alagoano desde 2018.
“O objetivo de nossa visita é conhecer melhor a realidade, a rotina e as peculiaridades de cada estado”, comentou Marcus Rito, referindo-se ao cadastramento biométrico de reenducandos. Na terça-feira, Marcus tinha explicado à Diretoria de Comunicação (Dicom) do Poder Judiciário de Alagoas que, no futuro, deve haver uma integração entre as bases de dados de todos os estados.
“A ideia é que essa base de dados biométricos fique no sistema unificado de execução penal do CNJ, que está sendo implementado em todo o Brasil. Até o final do ano, todos os tribunais devem estar operacionalizando esse sistema”, afirmou. O coordenador de atividade de biometria e documentação civil do CNJ também observou em que estágio está o cadastramento e como pode ser adaptado para outros estados.
Gabriela Mendes, assessora do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (DMF), do CNJ, também participou da reunião, no gabinete da Presidência. Para o desembargador Celyrio Adamastor Tenório Accioly, supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário de Alagoas (GMF), o trabalho de biometria feito pelo Judiciário estadual é pioneiro.
Maikel Marques - Dicom TJAL
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