Novos técnicos judiciários iniciam curso de formação promovido pela Esmal
Os 63 servidores que ingressaram no TJAL na sexta-feira (8) terão lições teóricas e práticas antes de chegarem às suas unidades de lotação
Curso segue até quarta-feira (13). Carolina Amâncio
Começaram, nesta segunda-feira (11), as aulas do curso de formação inicial dos 63 novos técnicos judiciários do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). A capacitação, promovida pela Escola Superior da Magistratura (Esmal), oferece lições teóricas e práticas para que os servidores, empossados na última sexta-feira (8), possam contribuir com a melhoria da prestação jurisdicional de suas unidades.
Durante a manhã de qualificação, os participantes aprenderam como utilizar os serviços da Biblioteca Geral do Poder Judiciário, tiveram aula com o juiz Alberto Jorge Correia de Barros Lima sobre Deontologia do Serviço Público, e estudaram as principais funcionalidades do Sistema Administrativo Integrado (Sai) com o servidor Cleiton Falcão.
Nos próximos dias do curso, que segue até quarta-feira (13), os novos técnicos judiciários irão ter lições sobre prática cartorária e Sistema de Automação Judiciária (Saj).
Daiane Lima de Souza é uma das servidoras recepcionadas pela Esmal com a capacitação. Formada em Direito, ela veio da Bahia para contribuir com o Judiciário alagoano atuando na Comarca de União dos Palmares.
“Eu já atuava no serviço público como empregada da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), mas vir para Alagoas trabalhar na minha área está sendo uma alegria. Pretendo continuar estudando para colaborar muito com o Tribunal e alcançar outros objetivos”, disse Daiane, que se preparava para concursos públicos há dois anos e meio antes de ser aprovada no certame do TJAL.
Para o coordenador geral de cursos da Esmal, juiz Alberto Jorge de Barros Lima, é essencial que os novos servidores do Judiciário participem de formação na Esmal, dirigida pelo desembargador Fábio Bittencourt, antes de efetivamente iniciarem as atividades nas suas unidades de lotação. “No futuro, acredito que esse curso deveria ser ainda mais longo, mas compreendemos que o Tribunal e as unidades judiciárias têm suas necessidades”, afirmou.
“Com a capacitação, mostramos para os que ingressam no TJAL que ser servidor público é uma opção personalíssima. Ninguém é obrigado a sê-lo. Essa é, portanto, uma alternativa que exige comprometimento do indivíduo, lealdade à instituição, honestidade, assiduidade, ou seja, deveres fundamentais que eles já conhecem, mas que a gente procura reforçar nas aulas para que as pessoas se estimulem no cumprimento desses postulados éticos”, enfatizou o magistrado.
Carolina Amâncio - Esmal TJ/AL
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