Esmal e Maceió Voluntário fazem encontro de sensibilização sobre projeto 'Construtor da Paz'
Profissionais da educação das quatro escolas beneficiadas passaram por treinamento promovido pelo PCJE
Parceria da Esmal com Ong Maceió Voluntário levará projeto 'Construtor da Paz' para quatro escolas públicas da capital. Foto: Carolina Amâncio
A Escola Superior da Magistratura de Alagoas (Esmal), coordenada pelo desembargador Fábio Bittencourt, a cada ano amplia o seu programa de caráter social, o Cidadania e Justiça na Escola (PCJE). O fortalecimento das ações do programa, que atende estudantes de escolas públicas municipais e estaduais com palestras, debates e outras atividades educativas conduzidas por voluntários juízes e servidores do Poder Judiciário, passa pela consolidação de parcerias. Uma delas é com a Organização Não-governamental (Ong) Maceió Voluntário, que este ano, através do projeto 'Construtor da Paz', levará debates sobre a cultura de paz, da ética e da cidadania para estudantes de quatro escolas públicas atendidas pelo PCJE .
A fim de sensibilizar professores, coordenadores e diretores das instituições de ensino acerca da importância do projeto, Maristela Pozitano, presidente da Ong e autora da obra ‘Luzinha e a paz’, cuja leitura servirá como apoio para os debates com os adolescentes do 9º ano do ensino fundamental e do 1º ano do ensino médio, se reuniu com a equipe técnica das escolas que receberão o projeto. O encontro aconteceu no último dia 20, mediado pelas pedagogas e assistentes sociais responsáveis pelo PCJE, da Esmal.
“Falamos muito sobre a paz, mas não sabemos qual caminho temos que percorrer para chegar até ela. Por meio do livro, iremos abordar esses caminhos, que vão desde a paz interior até a paz social, passando pela paz ambiental, familiar, social. Os movimentos de violência existem, mas acreditamos que ela pode ser desinstalada quando os adolescentes e crianças aprendem que há opções”, ressaltou Maristela.
A escritora atuará como voluntária do PCJE uma vez por semana, indo às escolas para conversar sobre o livro com os estudantes. Os jovens também serão estimulados a interagir com seus vizinhos e parentes sobre o tema e a procurar, na biblioteca da escola, outros títulos que falem sobre a paz. Após os encontros, a autora irá convidá-los a escrever suas impressões sobre o assunto.
Carolina Amâncio - Esmal TJ/AL
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