Des. Eduardo Andrade defende um Judiciário mais sensível aos reclamos do povo
Segundo desembargador a discursar na solenidade de posse coletiva desta sexta-feira (22), no plenário do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), Eduardo José de Andrade definiu o processo de reforma do Judiciário como um fenômeno contínuo, em que Justiça e Estado devem canalizar esforços para a consolidação das mudanças.
Defendeu ainda que o Judiciário deve servir ao povo. “Se o povo tem fome e sede de justiça, o Judiciário deve abrir suas portas para atender às suas necessidades. Contudo, o Judiciário não é onipotente, e não se deve confundi-lo como o provedor social que é o Estado”, assertou.
Ao final de sua oratória, o magistrado fez agradecimentos especiais à sua família e aos colegas desembargadores. “Agradeço a confiança que em mim foi depositada e espero responder a esta confiança com dignidade”, acrescentou o magistrado, reafirmando sua fidelidade à Constituição.
Atuando como magistrado desde 1976, o magistrado empossado alcançou o cargo de desembargador, por ser o mais antigo na 3ª entrância, em 26 de janeiro de 2009. Iniciou na magistratura atuando como juiz substituto da comarca de Batalha (1ª entrância); mais tarde foi designado para a comarca de Colônia de Leopoldina.
Por antiguidade, foi promovido à 2a entrância, assumindo a comarca de Porto Calvo. Posteriormente foi removido para a Comarca de Rio Largo. A partir de 1992, atuou como titular na 2a Vara Cível da Capital (Feitos Não Privados).













