Engenheiros e arquitetos do TJ/AL participaram do treinamento que durou dois dias
Técnicos do Departamento Central de Engenharia e Arquitetura do Tribunal de Justiça de Alagoas (DCEA-TJ/AL) participaram de uma capacitação para operar o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi). O treinamento, realizado durante dois dias, no auditório do Pajuçara Hotel, teve a duração de 16 horas e foi coordenado pela Gerência de Engenharia da Caixa Econômica Federal de Alagoas.
A capacitação cumpre as exigências do decreto estadual 3.962, de 04 de janeiro de 2008, que estabelece normas para a composição do preço estimado das obras e serviços de engenharia de Alagoas. Com base no decreto, todos os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, incluídas empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas, direta ou indiretamente, pelo Estado, utilizarão, para composição do preço estimado das obras e serviços de engenharia de seu interesse, os preços unitários constantes no Sinapi, da Caixa Econômica Federal.
“Nossa equipe agora está habilitada a realizar o levantamento de custos das obras de reforma e construção executadas pelo Tribunal de Justiça, trabalho que antes era desempenhado por empresas contratadas”, explicou o engenheiro civil Nenoí Pinto, destacando a economia gerada com a dispensa de empresas para realização desse trabalho de levantamento de custos e composição de preços.
A partir da capacitação coordenada pela Caixa Econômica Federal, quatro engenheiros e quatro arquitetos do DCEA receberam senhas pessoais para realizar o acesso direto ao site do Sinapi. “Todos esses profissionais poderão utilizar o sistema como ferramenta de consulta para criar seus próprios orçamentos, pesquisas de preços e insumos, a partir de índices nacionais”, explicou Tatiana Thomé de Oliveira, gerente de engenharia da CEF/Alagoas. As senhas de acesso ao sistema terão validade de dois anos. As pesquisas de preços e índices de custos contidos no site do Sinapi, são fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas – IBGE.
“Acessando esse banco de dados teremos a certeza de que estamos aplicando o preço correto, tendo a segurança de que nossas obras serão orientadas por custos que estão dentro da média nacional de mercado”, disse o engenheiro Ronaldo Brandão, um dos integrantes da equipe habilitada para operar o sistema pelo TJ/AL.













