Representantes da Softplan apresentam projeto de virtualização dos executivos fiscais
Gerente do Projeto SAJ, Maurício Rota, fala sobre as vantagens da implantação do sistema
Atendendo a convite do presidente eleito do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador José Fernandes de Hollanda Ferreira, os gerentes do Projeto SAJ - Sistema de Automação do Judiciário, da empresa Softplan, Maurício José Ribeiro Rota e Marcelo Ribeiro Rota, fizeram, na tarde desta segunda-feira (22), uma apresentação do projeto de execução virtual nas Procuradorias do Estado, Município e nas Varas de Execução Fiscal.
A exposição foi realizada no auditório do 5º andar, para a equipe de trabalho do presidente eleito e representantes das instituições envolvidas: juízes titulares da 15ª Vara Cível (Fazenda Municipal) e 19ª Vara Cível (Fazenda Pública), Maurílio da Silva Ferraz e Otávio Leão Praxedes, respectivamente; secretário municipal de Finanças, César Marques Conceição; procuradora do Estado, Maria da Graça Patriota, entre outros.
O desembargador Hollanda Ferreira afirmou que em sua gestão voltará as atenções para a área de informatização, sendo a virtualização da Justiça uma das prioridades em seu cronograma de trabalho.
Segundo os expositores, o projeto consiste na implantação de um software avançado específico para a área de executivos fiscais. “Esse sistema visa incorporar ferramentas e inovações tecnológicas que permitam o trâmite virtual dos processos, reduzindo custos e agregando celeridade na cobrança dos créditos inscritos em dívida ativa”, afirmou Maurício Rota.
Os representantes da Softplan falaram sobre as características do sistema, funcionamento e vantagens obtidas com a utilização, entre outros assuntos.
Dentre as vantagens apresentadas, virtualização dos processos, com trâmite totalmente digital; simplificação das tarefas, geração automática de documentos e petições, agilidade no ajuizamento de grandes quantidades de ações, utilização de certificados e assinaturas digitais, agenda interativa do procurador, consulta integral dos autos processuais na internet, extinção das cargas de processos, integração entre Fazenda, Procuradorias e Tribunal, protocolização eletrônica no envio e recebimento de documentos, melhoria da organização institucional, ferramenta para digitalização de peças/documentos e recursos para manipulação da pasta digital do processo.
Segundo os facilitadores, se aprovado, o projeto levaria três a seis meses para ser implantado, a depender da infraestrutura e da disponibilidade de pessoal.
Otávio Praxedes (que integrará a comissão gestora do Fundo Especial de Modernização do Judiciário - Funjuris) disse que a implantação do projeto será de extrema importância para o Poder Judiciário, lembrando que o Estado tem a receber quase R$ 3 bilhões em créditos fiscais.













