Setor produtivo propõe ao TJ pacto para melhorar segurança pública
Presidente Hollanda recebe documento assinado por 22 entidades representativas
Representantes do setor produtivo de Alagoas conclamaram hoje (12) o presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador José Fernandes de Hollanda Ferreira, a celebrar um pacto governamental com poderes constituídos (Executivo e Legislativo) e o Ministério Público estaduais, para adoção de rigorosas políticas públicas na área da defesa social.
“Pedimos, através deste documento, uma união entre os Poderes para reduzir a criminalidade do nosso Estado, pois estamos inconformados com as medidas adotadas pelos órgãos de segurança estadual”, disse o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Maceió, Francisco Haroldo Amorim Costa, na audiência com o chefe do Judiciário.
Um documento assinado por 22 entidades representativas foi entregue na ocasião ao presidente Hollanda. Além da celebração de um pacto governamental entre os Poderes, os representantes insistem no combate à impunidade para os criminosos nos diversos níveis e sugerem a adoção de medidas que resolvam a falta de investimentos na estrutura de segurança, seja pela capacitação e/ou pelo aparelhamento, seja pelo comprometimento das bancadas federal, estadual e municipal no combate à criminalidade.
Diante destas solicitações, o desembargador-presidente do TJ/AL disse que está trabalhando com rigor no combate à criminalidade. “Estes representantes integram mais um segmento da sociedade preocupado com a segurança pública do Estado”, declarou.
Uma das medidas do TJ/AL para a área é a instalação da 17ª Vara Criminal da Capital – com jurisdição em todo Estado – especializada em delitos praticados por organizações criminosas, que será inaugurada na próxima segunda-feira (16), no Fórum de Maceió, no Barro Duro.
Também participaram da reunião os presidentes da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, José Carlos Lyra de Andrade, e da Federação das Associações Comerciais de Alagoas, Geminiano Jurema, e o vice-presidente da Federação do Comércio Cláudio Almeida.













