Relatório levará em consideração os interesses das partes envolvidas
Após algumas reuniões com lideranças de movimentos sociais e dirigentes de órgãos de classe de proprietários rurais, a tendência para composição da Vara Agrária é a instalação de uma vara coletiva, com a participação de três magistrados, ao que informa o juiz Carlos Cavalcanti, um dos integrantes da comissão designada pelo presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador José Fernandes Hollanda Ferreira, para redação de um relatório sobre o assunto.
Ao contrário do que o noticiário habitual induz - ainda segundo o juiz Carlos Cavalcanti - existem poucas áreas de conflito no setor agrário, mas a vara agrária resultaria na especialização de magistrados na matéria, o que facilitaria o andamento dos processos.
Reuniões
O juiz Carlos Cavalcanti encontrou-se inicialmente com representantes da Comissão Pastoral da Terra – Carlos Lima e Cícero Eduardo Vieira dos Anjos - do Movimento dos Sem Terra (MST) – Débora Nunes Lino da Silva e José Roberto da Silva – e com integrantes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) – Josival Oliveira, Marcos Antônio, Tâmara Rodrigues de Oliveira, Deuza Rodrigues Bezerra, Damiana Eugênia de Sales Aleixo, Maria Cristina da Silva, Mirabel Alves Rocha e um representante do deputado estadual Paulão.
Em seguida, conversou com Noel Montenegro Loureiro, da Federação da Agricultura e Pecuária de Alagoas, e com o advogado Aldemar de Miranda Mota Júnior.













