Na reunião também foi discutida a possibilidade de reformulação do banco de horas
A alteração de horário de trabalho do Judiciário e a regulamentação do sistema de banco de horas Estadual foram os assuntos debatidos hoje à tarde entre o presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador José Fernandes de Hollanda Ferreira, e a presidente do Sindicato dos Servidores do Judiciário de Alagoas (Serjal), Suely Torquato.
Uma lista com 246 assinaturas de advogados, magistrados, promotores de Justiça e demais funcionários do Fórum foi entregue ao presidente do TJ, revelando a preferência dos profissionais que subscreveram o documento pelo horário matutino. Desde abril deste ano, as unidades judiciárias da Capital passaram a funcionar, todas as sextas-feiras, na parte da manhã (entre 7h e 13 horas).
Demonstrando receptividade à sugestão, o desembargador Hollanda Ferreira se comprometeu a avaliar a proposta do Serjal, que apresentou como uma das justificativas a economia no consumo de energia elétrica.
Banco de horas
Suely Torquato também sugeriu a regulamentação de um novo sistema de banco de horas do Judiciário, que seria concebida com a participação direta dos servidores. A intenção da proposta é implantar um modelo que fiscalize com mais eficácia os horários extras de serviço. O desembargador Hollanda Ferreira afirmou a necessidade de uma parceria com a Corregedoria-Geral da Justiça para a reformulação do sistema.
A disponibilização de fichas financeiras para o cálculo de diferenças salariais dos servidores foi outro ponto tratado na reunião. A Presidência da Corte estadual vai apreciar a viabilidade da proposta.













