Juízes apresentam Tabelas Processuais Unificadas aos servidores
Criadas a partir da Resolução nº 46 do CNJ, tabelas padronizam as nomenclatura de todos os Tribunais
Magistrado Alexandre Machado explica a padronização do Judiciário com as Tabelas Processuais Unificadas Caio Loureiro (Dicom/TJ)
Os servidores do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) assistiram, na manhã desta segunda-feira (25), no Pleno, à apresentação sobre as Tabelas Processuais Unificadas (TPU), criadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e coordenadas pelo desembargador Fernando Tourinho de Omena Souza, que está à frente da Comissão de Informática do TJ/AL e os magistrados Alexandre Machado e Gustavo Souza Lima.
O magistrado Alexandre Machado iniciou explicando que o objetivo do encontro era abrir um diálogo entre os servidores, o Grupo Gestor das Tabelas Unificadas Estadual e a Comissão de Informática do TJ/AL. “Cada Tribunal dava uma nomenclatura diferente para o mesmo objeto, o que dificultava a recuperação de informações importantes pelos órgãos superiores. Com as tabelas é exigido que os sistemas de todo o Judiciário falem a mesma língua, havendo uma padronização”, explicou Alexandre Machado.
O juiz Gustavo Lima destacou que todos devem se adaptar a perspectiva da virtualização, frisando a importância do desapego ao processo físico, ressaltando a importância das capacitações de servidores. “Não há sistema que funcione sem que haja um treinamento do usuário. A falta de conhecimento é uma das principais causas dos erros nos sistemas”, falou.
Gustavo Lima explicou ainda que as tabelas do CNJ resgatam a ideia de comunidade. “ A Justiça não deve dar espaço ao individualismo, nosso objetivo é unir forças para atender melhor os jurisdicionados”.
Já o desembargador Fernando Tourinho finalizou o encontro, afirmando que um dos objetivos da Comissão de Informática do TJ/AL é contagiar os servidores para o sucesso da virtualização do Poder Judiciário. “A virtualização veio para agilizar as demandas processuais. O sistema só faz o que é programado, o servidor deve aprender a utilizá-lo”, expressou.
Tabelas Processuais Unificadas
São três tabelas unificadas: Assuntos Processuais (cadastramento das matérias ou temas discutidos nos processos), Classes Processuais (classificação de procedimento judicial ou administrativo adequado ao pedido), e Movimentação Processual ( registro de procedimentos e rotinas dos atos processuais que impulsionam o processo)..
Esta medida também facilita a recuperação de informações pelos órgãos supervisores e possibilita o aproveitamento, nas instâncias superiores, das informações processuais dos sistemas de primeira instância.
A adoção das tabelas também assegura, juntamente com outros instrumentos, a padronização de rotinas processuais, subsidia a implantação de diversos projetos corporativos no Poder Judiciário, entre outras vantagens.
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