Corregedoria cadastra peritos, tradutores e intérpretes
Profissionais deverão auxiliar magistrados em processos cíveis e criminais que demandem realização de perícia
Link para cadastramento de peritos está disponível no site da Corregedoria da Justiça Cristiano Soares -Dicom/TJ
Peritos, tradutores e intérpretes podem se cadastrar no banco de dados da Corregedoria-Geral da Justiça de Alagoas (CGJ-AL) para auxiliar magistrados em processos cíveis e criminais, que exigem a realização de perícia. O banco de dados do Poder Judiciário foi criado pela CGJ-AL, por meio do Provimento nº 09, de 22 de maio de 2013, segue o princípio constitucional de acesso dos cidadãos ao Poder.
O provimento considera ainda a Resolução nº 127/2011, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre o pagamento de honorários de perito, tradutor e intérprete, em casos de beneficiários da justiça gratuita, no âmbito da justiça de primeiro e segundo graus e o teor da Resolução nº 12/2012 do TJ-AL, que instituiu o serviço de perito, intérprete e tradutor, custeado com recursos próprios.
O cadastro está disponível no link http://www.tjal.jus.br/bancodeperitos.
Crescimento da demanda por serviços periciais
A secretária-geral da Corregedoria, Karla Quintiliano, explicou que a demanda em determinadas áreas tem crescido junto à justiça alagoana. "A demanda é grande em áreas como perícia médica, engenharia, tradução, cartas rogatórias, alimentos, e inclusive por parte de pais estrangeiros. É uma ação que não pode demorar, para dinamizar o trabalho do magistrado. Existe um cadastramento no site da Corregedoria. O profissional precisa ter diploma de bacharel na área que vai atuar e comprovar especialidade, por exemplo", ressaltou.
Ana Cecília é advogada e professora de língua inglesa e foi umas das primeiras a se cadastrar no banco de dados. "Decidi atuar como intérprete, auxiliando a justiça alagoana", afirmou. O Banco de Peritos, Tradutores e Intérpretes é de responsabilidade da CGJ-AL, por meio do Departamento Central de Assuntos Judiciários – DCAJ, que administra o sistema.
Dúvidas, sugestões e orientações deverão ser encaminhadas para o email: dcaj@tjal.jus.br.
Site da Corregedoria Geral da Justiça
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