Comarca de Cacimbinhas conclui digitalização de processos
845 ações deixaram de ser físicas e passaram a tramitar de forma eletrônica; trabalhos na unidade duraram aproximadamente três meses
Juiz Edivaldo Landeosi, titular da Comarca de Cacimbinhas. Foto: Pedro Conselheiro
A Vara Única de Cacimbinhas, que tem à frente o juiz Edivaldo Landeosi, concluiu a digitalização dos 845 processos em andamento na unidade. Os trabalhos duraram cerca de três meses e foram realizados com apoio da Diretoria Adjunta de Tecnologia da Informação (Diati) do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
“Agora a Vara só trabalha com processos eletrônicos. A virtualização tem se mostrado uma grande revolução porque diminui o tempo de tramitação dos autos e elimina vários controles. Em matéria de tempo e segurança o ganho é fantástico”, afirmou o titular da unidade.
O juiz Edivaldo Landeosi explicou que os processos suspensos, os quais, a princípio, estão fora do propósito da digitalização, também passarão para o meio virtual. Isso deve ocorrer até o final de setembro. “São processos que não estão em andamento. Por exemplo, em uma execução de bens, quando não há bens para penhorar, a lei prevê que a ação seja suspensa. Outro caso comum é quando, em uma ação penal, o réu não é encontrado para responder ao processo”, destacou.
Os trabalhos de digitalização foram executados pelos servidores Cláudio Mychel e Meilyng Madeiro, sob coordenação da escrivã Marlene Eleutério. A capacitação dos colaboradores ficou a cargo da Diati, que também esclareceu dúvidas e forneceu os equipamentos. “O apoio dos integrantes da Diretoria foi muito importante, em especial do servidor Magno Vitório, que nos cedeu um scanner mais potente, o que conferiu maior rapidez à virtualização”.
Construção do Fórum
As obras de construção do novo Fórum de Cacimbinhas estão na fase final. De acordo com Edivaldo Landeosi, o contrato firmado prevê a entrega da unidade para o dia 27 deste mês.
Serão 600 m2 de construção, em uma área total de 3.000 m2. O local terá estacionamento, salão do júri, sala de audiências e de reconhecimento, além de cela para abrigar os presos. A obra tem custo de R$ 1,5 milhão e o orçamento é proveniente do Fundo Especial de Modernização do Poder Judiciário (Funjuris).
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