Capacitação em Gerência de Processos termina com 43 procedimentos padronizados e validados
Curso durou seis meses e foi promovido pela APMP em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal); projeto envolveu 13 setores do TJ/AL
Professora Vera Porangaba frisou a importância do trabalho de gerência de processos nos Tribunais. Foto: Caio Loureiro
A Assessoria de Planejamento e Modernização do Poder Judiciário de Alagoas (APMP) promoveu, nesta quinta-feira (23), na Escola Superior da Magistratura (Esmal), o seminário de encerramento da Capacitação em Gerência de Processos , feita em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O curso, que durou seis meses e teve o objetivo de padronizar e agilizar os trâmites processuais internos do Tribunal de Justiça (TJ/AL), envolveu 13 departamentos e 95 colaboradores.
A capacitação chegou ao fim com o saldo de 43 procedimentos padronizados e validados. De acordo com o juiz Maurílio Ferraz, auxiliar da Presidência do TJ/AL, os resultados superaram as expectativas. “Ficamos impressionados com a produção. Cada setor pegou um processo que considerava crítico, mapeou, encontrou caminhos e escreveu procedimentos. É algo novo e inteiramente positivo para o Judiciário”, avaliou.
A ideia, segundo o magistrado, é que os participantes se tornem multiplicadores e ajudem a difundir a questão do planejamento e da gestão no âmbito do Judiciário. “A partir de hoje, qualquer servidor que participou do curso está apto a mapear processos de outros setores e até de Juízos de 1º Grau”, destacou.
Para a professora Vera Porangaba, da Ufal, o trabalho de gerência de processos ainda precisa se expandir no Judiciário. “A maioria dos Tribunais está atrasada. São poucos os que começaram a discutir a questão. É fundamental que esse passo seja dado na busca por uma maior qualidade nos serviços”. Entre os benefícios, destacou a professora, estão a redução no retrabalho e no tempo de conclusão dos processos.
Participaram da capacitação a Direção Geral do TJ/AL, a Subdireção, o Almoxarifado, a Corregedoria, a Diretoria Adjunta de Controle Interno (Diaci), os Recursos Humanos e a Procuradoria, além da APMP, Esmal, Departamento Central de Aquisição (DCA), Diretoria Adjunta de Contabilidade e Finanças (Diconf), Diretoria Adjunta de Administração (Darad) e Diretoria Adjunta de Tecnologia da Informação (Diati).
Próximos passos
De acordo com Catalina Velásquez, assessora da APMP, o projeto envolverá outros setores do Tribunal. Ela explicou que os trabalhos da capacitação terão continuidade com a implantação dos chamados “Escritórios da Qualidade”, que vão controlar os procedimentos elaborados e aqueles que futuramente serão mapeados.
“Esses escritórios vão controlar os procedimentos, revisá-los e fazer com que o Tribunal dê o primeiro passo na busca de uma certificação da qualidade”, afirmou.
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