Presidente em exercício do TJ ouve demandas de juízes e servidores de Arapiraca
João Luiz Lessa esteve nos Juizados e no Fórum da Comarca, nesta quinta-feira (9); carência de funcionários nas unidades foi um dos temas discutidos
Desembargador João Luiz durante reunião no Juizado da Infância em Arapiraca. Foto: Anderson Moreira
O presidente em exercício do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), João Luiz Azevedo Lessa, cumpriu agenda de trabalho em Arapiraca, nesta quinta-feira (9). O desembargador visitou Juizados e o Fórum da Comarca, onde ouviu demandas de juízes, servidores e operadores do Direito.
"Atuei por 18 anos em Arapiraca e sei dos problemas nessas unidades. Os principais reclames dizem respeito à carência de magistrados e servidores e questões envolvendo a estrutura física dos prédios", destacou o desembargador, ressaltando que o TJ/AL está empenhado em atender as solicitações apresentadas.
João Luiz citou o concurso para juízes, que está em andamento e cuja primeira etapa ocorrerá em agosto, e os preparativos para a seleção de servidores. "São ações importantes que vão dar um alívio às unidades judiciárias", afirmou.
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O desembargador também esteve no terreno onde funcionarão os quatro Juizados Especiais e a Turma Recursal de Arapiraca. As obras serão retomadas e a previsão é que a inauguração das unidades ocorra em 2016.
Também acompanharam as visitas os juízes Orlando Rocha Filho (auxiliar da Presidência), Giovanni Jatubá, Alberto Almeida, o diretor-geral do TJ/AL, Thiago Malta, o secretário especial da Presidência, Nilo Brandão Meireles Júnior, entre outros representantes do Poder Judiciário.
Audiências de custódia
O defensor público André Chalub levou ao presidente em exercício do TJ/AL pleito da Defensoria envolvendo a implantação de audiências de custódia no Estado. "Essas audiências são para que o juiz ouça o preso em flagrante antes de decidir se o acusado deverá permanecer preso preventivamente ou não. Hoje isso não é feito em nenhum local do Estado. O juiz decide pela prisão a partir da mera análise dos documentos, sem ouvir o preso", explicou.
João Luiz reconheceu a importância da medida e disse que discutirá o assunto com o presidente Washington Luiz.
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