Juiz ressalta papel das equipes técnicas nas medidas socioeducativas
Ney Alcântara palestrou durante o treinamento "Liberdade assistida e prestação de serviço à comunidade", realizado nesta sexta-feira (23), na Esmal
Juiz Ney Alcântara, titular da 1ª Vara da Infância e Juventude. (Fotos: Caio Loureiro)
“O menor sentenciado não pode ficar abandonado à própria sorte. O Estado é obrigado a proteger aqueles que cumprem medidas socioeducativas”. Com essa afirmação, o juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude, Ney Alcântara, ressaltou a importância do trabalho exercido pelas equipes técnicas que acompanham os adolescentes que passam pelas unidades de internação.
O magistrado palestrou durante a 2ª etapa do treinamento "Liberdade assistida e prestação de serviço à comunidade", que aconteceu nesta sexta-feira (23) no auditório da Escola Superior da Magistratura (Esmal).
A capacitação, cuja 1ª etapa foi no último dia 19, é voltada para psicólogos e assistentes sociais que atuam junto às Varas da Infância e Juventude do Estado. O evento é realizado pelo Ministério Público Estadual em parceria com a Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude (CEIJ) do Judiciário de Alagoas e a Defensoria Pública Estadual.
Ney Alcântara afirmou que é por meio dos relatórios elaborados por esses profissionais que os juízes podem ter informações precisas sobre a evolução dos adolescentes. “O processo de execução das medidas socioeducativas é vivo, precisamos de dados atualizados regularmente sobre os menores. Não sou a favor da impunidade, a lei tem que ser cumprida, mas precisamos acreditar na recuperação deles”.
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