População resolve demandas cíveis em mutirão da Justiça
Força-tarefa, promovida pelo TJ/AL, está sendo realizada nesta terça-feira (10), no Jaraguá; à tarde, haverá casamento coletivo para 50 casais
Rodiney e Girlene oficializaram separação nesta terça-feira (10). Foto: Caio Loureiro
A supervisora de hotel Girlene Lins de Lima, de 37 anos, e o seu antigo companheiro, Rodiney Silveira, de 43 anos, aproveitaram o mutirão cível da Justiça Itinerante, que está sendo realizado nesta terça-feira (10), no Clube Fênix Alagoana, no Jaraguá, para oficializar o término do casamento. Separados há quase 18 anos, o ex-casal enxergou no divórcio consensual uma nova oportunidade para resolver essa pendência.
“Nosso casamento durou muitos anos, mas chegou um momento que não dava mais certo e cada um seguiu seu rumo. Já estou com um outro relacionamento e resolvi formalizar nossa separação. Falei da ação para meu ex-marido e ele aceitou. Nos separamos, mas nossos laços continuam por conta dos nossos filhos”, disse Girlene.
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Já a estudante Niedja Cristian, de 15 anos, procurou o mutirão para retificar sua certidão de nascimento. Ela contou que sofre bullying na escola por ter um sobrenome masculino. “Desde que cursava o Ensino Fundamental os colegas tiram brincadeiras com meu sobrenome, me chamam de 'Cristiano'. Várias vezes cheguei em casa chorando por conta desse tratamento. Hoje saio completamente feliz e agora todos podem me chamar de Niedja Karollynne", afirmou.
Mutirão
O mutirão é promovido pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) por meio do projeto Justiça Itinerante. No força-tarefa, que segue até as 17h, estão sendo analisadas questões de menor complexidade, como divórcios e separações consensuais, oferta de alimentos, suprimento e retificação de certidão de nascimento, suprimento de óbito e emissão de alvarás de até quatro salários-mínimos. São emitidos ainda CPF, RG, cartão do SUS e carteira de trabalho.
"Além de estreitar os laços entre a comunidade e o Poder Judiciário, ações como essa possibilitam a quem nunca teve oportunidade de obter seus documentos concretizar esse desejo ", explicou a juíza Emanuela Bianca de Oliveira Porangaba, que participa do evento. O mutirão será encerrado com um casamento coletivo para 50 casais.
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