Diretores da APE e desembargadores discutem atuação do Judiciário e da PGE
O presidente do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL), desembargador José Fernandes de Hollanda Ferreira, recebeu na tarde da última quarta-feira (18), a diretoria recém-empossada da Associação dos Procuradores de Estado de Alagoas (APE/AL). O objetivo principal do encontro era estreitar as relações entre o Judiciário e os procuradores de Estado.
“Queremos nos colocar à disposição do TJ para contribuir com o que for possível além de cumprimentar o presidente Hollanda Ferreira e seus pares pelas recentes decisões corajosas que tão bem refletiram os anseios da sociedade alagoana”, afirmou o presidente da APE/AL, Flávio Gomes de Barros.
O presidente do TJ/AL, desembargador José Fernandes de Hollanda Ferreira, destacou a importante parceria com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) na realização do Mutirão Fazendário e reiterou o apoio à categoria. “Temos mantido um relacionamento sem formalidades, nos apoiando mutuamente e assim permaneceremos”, enfatizou Hollanda Ferreira
Para o procurador de Estado Roberto Mendes, vice-presidente da APE/AL, a sociedade civil de Alagoas está confiando mais no Judiciário e sentindo-se representadas pelas instituições públicas. “Isso mostra que os julgadores estão ouvindo mais o clamor popular, buscando brechas que contentem a legalidade e a sociedade”, afirmou. Mendes ainda destacou a mudança na forma de protesto da população, “que antes ia às ruas para protestar e atualmente arrumou outras formas de pressionar as autoridades. O exemplo disso foram os mais de dois mil e-mails recebidos pelo ministro Eros Grau, do Supremos Tribunal Federal (STF), que certamente o fizeram revogar sua decisão”.
O desembargador José Carlos Malta Marques também participou do encontro e ressaltou os resultados positivos alcançados pela categoria em Brasília, em defesa dos interesses do Estado. “Tem-se trabalhado muito, mas em silêncio. É importante dar notoriedade à essas ações para mudar a idéia de parcela da população que acha que os juízes e procuradores ganham muito e não fazem nada”, finalizou.













